Introdução

Devair3No primeiro “Congresso de Educação de Essencialidades”, realizado na cidade de Bauru, em julho de 2015, uma das temáticas apresentava o propósito da Educação de Essencialidades. Naquele material está descrito um resumo da organização conceitual e metodológica do Sistema Tempo de Ser (STS) e as consequências práticas na vida de seus participantes. A abordagem, na ocasião, apresentava tais propostas no seu aspecto geral. O que estabelece a necessidade de esclarecimentos mais específicos, dentro de assuntos de interesse de todos aqueles que compõem o Sistema hoje.

Por isso nos colocamos a escrever, regularmente, um artigo com o título acima, porém abordando temas específicos, tais como: a importância dos índices, o que são ambientes de autoaprendizagem, sobre a psique, o inconsciente, a área administrativa do Sistema, entre outros vários assuntos. Pretendemos definir nomenclaturas, evidenciar fluxos de atividades, estabelecer conexões de assuntos e de práticas, para sinalizarmos os integrantes do STS, bem como todo aquele que for interessado nele, em assuntos que estão implícitos nos documentos que compõem a instituição Tempo de Ser, mas que até então não havia nenhum local em que pudessem ser organizados, apresentados e discutidos.

Figura1

Participar do STS implica, necessariamente, estar mergulhado em um conjunto de métodos que, por sua vez, devem trazer propostas objetivas de atividades, do contrário, seria uma propositura que poderia ter todo o mérito de ser bem elaborada, mas que não seria possível ser convertida em realidade. Ora, não queremos fazer por fazer, assim, as práticas propostas devem trazer consigo a força de influenciação transformadora de posturas e de atitudes.

Toda prática organizada tem seus limites de ação que a individualizam, a caracterizam como pertencente a tal prática. Estes limites são determinados pela orientação que dão, aos integrantes, da prática. No STS, de acordo com seu Princípio Pedagógico, a orientação educacional advém da vivência de seus integrantes nos Núcleos de Aprendizagem, resumida na expressão tão propalada no Sistema: “ação gera definição”. Quer dizer, o conjunto de indivíduos que vivenciam as práticas do STS balizam a organização deste, cabendo a uma administração central (Comissão Gestora\COMGE-STS), coletar estas definições e, aos poucos, organizá-las de modo a comporem o “Plano Institucional” do Sistema.

JC

Podemos chamar o “Plano Institucional” do STS, na sua versão de 2014, como uma convenção geral, assinada por todos aqueles que fizeram parte de sua construção. Este momento foi demarcado, significativamente, no 7º Encontro de Educação de Essencialidades, que ocorreu em julho de 2014, em Presidente Prudente-SP, sendo tal Encontro, um evento que precedeu, historicamente, o Congresso já citado.

DMO “Plano Institucional” baliza o “Planejamento Estratégico Pedagógico” (PEP), que é uma espécie de orientação administrativo-educativa para um período de atividades no Sistema. Neste caso, a COMGE-STS apresentou, em fevereiro deste ano, doze perspectivas, com suas respectivas justificativas, para os anos de 2015 e 2016, no intuito de orientar as Comissões Gestoras dos Núcleos de  Aprendizagem (COMGE’s NA’s) no desenvolvimento de suas ações constitutivas de Educação de Essencialidades, pois, se os Núcleos de Aprendizagem atuarem por si mesmos, com visões unilaterais do propósito da Educação, correremos o risco de não termos uma unidade de plano no Sistema Tempo de Ser. Mas por que necessitamos de uma unidade comum para compor o Sistema Tempo de Ser? É nesta questão que nos concentraremos em nosso próximo texto: “A Comunidade Tempo de Ser”. Continuem nos acompanhando aqui no blog e por favor, deixem seus comentários!

 

Lucas da Costa

Conselheiro Deliberativo da Comissão Gestora do Sistema Tempo de Ser (COMGE-STS)

 

 

 

Compartilhe!
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Pin on PinterestEmail this to someone